Começou na tarde desta sexta-feira (23), o Congresso dos Metalúrgicos e Mineradores da Bahia, realizado no Hotel Vila Mar, em Salvador. O evento tem como tema "Resistiremos", uma referência direta ao atual momento político vivido no país.
A mesa de abertura foi composta por Aurino Pedreira, presidente da Federação dos Metalúrgicos e Mineradores da Bahia (FETIM); Jonas Fernandes, pres. da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Categoria Metalúrgica da Bahia; Davidson Magalhães, presidente do PCdoB-BA; Divanilton Pereira, vice-presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil); Silvana Jesus, sec. da Mulher da FETIM; Erivaldo de Jesus, Sec. Adm. e Finanças de Simões Filho; e Ângela Arcanjo, sec. da Mulher do STIM Camaçari; Patrícia Souza, pres. do STIM Maracás.
Fotos: Loiá Fernandes
Os trabalhos foram abertos com intervenção de Davidson Magalhães, que analisou o cenário político no país após a eleição de Jair Bolsonaro. Ele disse que o resultado das urnas é uma dupla derrota: para o Brasil e para o mundo. "O que aconteceu exige uma profunda avaliação. Não foi um problema de condução eleitoral ou só por causa de fake news. É um problema político, dentro de um movimento de extrema direita que cresce internacionalmente. É uma política completamente alinhada com os Estados Unidos. Na Europa isso levou ao nazismo e ao fascismo", explicou.
O presidente do PCdoB-BA também chamou atenção para o projeto do governo Bolsonaro, de desmonte do país e das conquistas sociais do povo brasileiro. "Há um projeto em curso para o desmantelamento do Banco do Brasil, da Caixa, do setor financeiro nacional, que é robusto e importante para o desenvolvimento. Por isso, temos que organizar o trabalhador na base, na prática e na luta, para que nós possamos ganhar amplos setores da sociedade na defesa dos direitos sociais e do país", disse Davidson Magalhães.
Para o presidente da FETIM, Aurino Pedreira, o Congresso dos Metalúrgicos e Mineradores da Bahia é importante para reorganizar a luta da categoria em torno dos desafios que se apresentam nos campos da política e da economia. "A classe trabalhadora precisa mais do que nunca fortalecer a unidade e traçar uma frente ampla de mobilização para evitar os retrocessos que o governo Bolsonaro pretende impor ao país, com uma agenda conservadora de destruição dos direitos do povo brasileiro", frisou.
Ainda na tarde desta sexta-feira, Divanilton Pereira, vice-presidente da CTB, vai abordar os desafios do sindicalismo e o papel de protagonismo que a classe trabalhadora precisa exercer para garantir os seus direitos. Depois, tem debate aberto aos participantes.
Já a programação de sábado (24/11), tem como destaque a palestra de Ana Georgina, coordenadora do DIEESE, sobre a indústria metalúrgica na Bahia.
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